
sexta-feira, 25 de março de 2016
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À procura de um lugar de liberdade num mundo saturado.
Neste Belogue o autor usufrui da liberdade exploratória do Acordo Queerográfico por dois motivos:
(1) A linguagem molda a nossa forma de pensar e percepcionar a realidade. Precisamos de uma sociedade mais justa, logo, urge que procuremos uma forma mais inclusiva de escrever e falar;
(2) o autor acredita que a linguagem pertence ao povo e apenas ao povo, e este tem o direito de a alterar consoante as suas necessidades.
Do ponto 2 se deduz que o Estado não tem o direito de alterar a linguagem arbitrariamente. Assim, o [des]Acordo Ortográfico não faz sentido nenhum, e não é usado por este autor.