O volante pesava mais nos seus braços enfraquecidos.
Pelas pedras de todos os dias,
Temia cair a cada passo,
As tonturas visitavam-no pela [demasiada] vez essa semana,
a cabeça latejava...
A quem fiz mal para estar assim?, perguntava,
A ti próprio, respondia a consciência
(não fosse ela parte do próprio sujeito),
E a culpa inundava-o.
Dizia que se amava e aceitava completamente,
mas sacrificava-se constantemente.
Sempre pesara mais a vontade de se dedicar aos seus projectos
do que a grande vontade de dormir.
Mas agora a vontade de dormir
era mais forte que a vontade de amar.
Ele desejava apenas uma gota
de equilíbrio
na sua vida...
Só uma...
domingo, 18 de setembro de 2016
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